Descrição

Atualizado: 24 de nov. de 2020


Careço de demasiadas palavras...

Miserável caneta que não lavras,

Mais do que pontos afins, sem sentido.

Numa folha, já com seu tracejado.

Algo chegado sem significado,

É laborioso e árduo quebra-cabeças.

Robusto muro de pedras esguiças.

Duro de roer, quanto mais é pensado.

Estou para o ilustrar, para o escrever,

Desde que se deu convincente a ver.

Este mal, que se deambula sem nome.

Cobre-se com o silêncio que come.

Espelha na inquietude que provoca.

Vendo bem, talvez seja pedra oca.

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