Espelhos de água

Atualizado: 24 de nov. de 2020


Dois mudos, silenciadores de mundos!

Porque suspirando, choram verdades.

Tanto translúcidos ou transparentes,

Quanto as gotas que decorrem deles.

São as certezas patentes, forjadas,

Em meninas que dançam sentimentos!

Sublimes anjos que flecham mentiras,

Com precisos e incontestáveis beijos!

Perfeitos, magistrais, espelhos de água.

Decorados com uma cor tão sua.

Quanta beleza, carente de modos!...

Quem os souber ler… se o quiser fazer.

Quando quiser encontrar-me ou ver...

Que venha letrado, olhar-me nos olhos!

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