Janeiro 2021


Hoje, a fragilidade humana exposta,

Desnuda a clara essência que a tece.

Logo a balança peca por interesse.

Até uma mão pesada bater à porta.


Acompanhada por quem nos faz a corte.

Para brincar connosco ao certo e incerto.

Quem ignorar é dom, tentando a sorte.

Esquecendo o irrecuperável morto.


Que agora sobre pela vida, o respeito.

Que mesmo míopes, tenhamos algum jeito.

Para cuidar no fundo do mesmo leito.


Pois, se sobra tempo, onde falta a calma.

Que nunca neste campo, nos falte a alma.

Para encher o peito, onde resta a chama!

8 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo