Relógio de prata


O meu relógio de prata,

Tem a sua pata ferida.

Um trabalhar perdido,

Depois da tua partida.

Espero. Não espero.

Alcanço o desespero!

O sossego que não tenho,

Dá-se por ora à saudade.

E de onde só, não venho...

Por onde só, vou indo...

Sobra-me a realidade.

E o perpétuo sonho.

De te ver chegar sorrindo,

No altar em que te ponho.

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